Notícias

Coturno é a bota do outono/inverno

Neste outono-inverno 2014 as marcas apostaram alto em sapatos que, de alguma forma, fazem referência aos coturnos


Calçado pode ser usados com looks diferentes tanto para ocasiões durante o dia e noite
Botas são um clássico de inverno e nesta temporada a grande inspiração são os coturnos, mais pesadões, em geral presos por cadarços e fivelas. O acessório utilitário praticamente imobiliza os pés, evitando torções, por isso é muito usado por militares, mas também está muito ligado ao movimento punk.
Neste outono-inverno 2014 as marcas apostaram alto em sapatos que, de alguma forma, fazem referência aos coturnos
Estes calçados podem ser usados por cima ou por baixo das calças. Entre os modelos mais indicados para estas combinações temos a calça skinny e legging. No entanto a moda tem como tendência as calças coloridas e resinadas, que também combinam com coturnos.
As meninas que desejam ousar no visual e apostar em um look diferente podem vestir uma minissaia jeans ou mesmo de outro tecido, colocar uma meia calça e coturno. Para compor o figurino abuse das blusas estampadas e jaquetas de couro.

Short e vestido
Os shorts podem ser usados tanto no verão e inverno, basta você variar as combinações. Os shorts coloridos e customizados ficam lindos quando usados com meia calça e coturno. Agora se pretende elaborar um visual mais sofisticado pode aderir aos vestidos justos.
Os coturnos existem em diversos modelos, tamanhos e cores, porém cabe a você escolher o calçado que vestir melhor e combinar com o seu estilo.


 

Emirados dobram importação de calçados do Brasil

País árabe aumentou em 111% o volume comprado da indústria nacional no primeiro trimestre deste ano. Mas preço médio dos pares adquiridos caiu 37,4%.



São Paulo – Os Emirados Árabes Unidos mais do que dobraram as compras de calçados brasileiros no primeiro trimestre deste ano. Segundo informações divulgadas pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), o país do Oriente Médio aumentou em 111% o número de pares importados de indústrias do Brasil entre janeiro e março sobre igual período do ano passado. Foram embarcados 424,2 mil pares de sapatos.

Caiu bastante, no entanto, o preço médio do calçado comprado do Brasil pelos Emirados. O recuo foi de 37,4%, já que no primeiro trimestre de 2013 a nação árabe havia adquirido o produto por um valor médio de US$ 16,99 e nos três primeiros meses deste ano o preço ficou em US$ 10,63. Com isso, o aumento da receita que as empresas brasileiras obtiveram com as vendas para aquele mercado foi de 32,1%, abaixo do crescimento em volume. O faturamento ficou em US$ 4,5 milhões. 

A Arábia Saudita também comprou mais calçados da indústria nacional no começo deste ano. Houve crescimento de 65% em volume e em receita de exportação. O faturamento das vendas de calçados brasileiros para os sauditas ficou em US$ 7,6 milhões e o volume de pares enviados foi 682,9 mil, segundo a Abicalçados. Os sauditas importaram os sapatos pelo mesmo preço médio no primeiro trimestre deste ano e do ano passado: US$ 11,2. 

A Arábia Saudita foi o décimo maior destino do calçado brasileiro no período e os Emirados Árabes Unidos o décimo sexto. Os maiores compradores do produto no exterior no trimestre foram Estados Unidos, seguidos de França, Angola, Argentina e Rússia, por ordem. Os Emirados e a Arábia Saudita são os únicos países árabes que constam na lista dos 20 principais compradores do calçado nacional fora do Brasil. 

No total, as exportações de calçados brasileiros cresceram 8,1% de janeiro e março deste ano em volume, mas caíram 2,3% em receita. Houve queda de 9,7% no preço médio do par vendido no mercado internacional, segundo a Abicalçados. A receita do segmento com as exportações alcançou US$ 274,6 milhões no primeiro trimestre e o volume embarcado foi de 36,1 milhões de pares. O valor médio de cada par foi de US$ 7,59. 

 

Site da matéria [aqui].

Setor capixaba de calçados projeta crescimento de 5% para 2014

Após ano positivo, com incremento das exportações, segmento aposta no comércio aquecido para continuar crescendo

 

Se o ano que passou deixou bons resultados, a expectativa para o setor de calçados em 2014 será ainda melhor. De acordo com o presidente do Segundo o Sindicato das Indústrias de Calçados e Acessórios do Espírito Santo (Sindicalçados), Altamir Martins, o ano deve ser promissor, principalmente para o mercado externo, graças aos investimentos que estão sendo realizados nas indústrias e nas modelagens dos produtos locais. Com isso, a tendência é que o setor cresça em torno de 5% este ano, em relação a 2013.

 

“Esses investimentos possibilitam nossa valorização no mercado interno e externo. O comércio no Espírito Santo também está aquecido, o que contribui para absorção do produto no mercado e o crescimento das indústrias locais”, disse Martins.

 

Para garantir tal crescimento, o setor precisará ultrapassar alguns obstáculos. Isso porque alguns gargalos enfrentados pela indústria de calçados no Espírito Santo se assemelham ao setor nacional como um todo, como uma concorrência pesada de produtos orientais, que chegam no Brasil a taxas muito competitivas, mesmo com as medidas antidumping já tomadas, visto que o custo de produção nesses países é bem inferior ao brasileiro. “Possuímos incentivos fiscais do Governo do Estado, através do programa Compete-ES que nos garante redução do ICMS, mas seria necessária a criação de outros mecanismos para reduzir o chamado ‘Custo Brasil’ e o ‘Custo Espírito Santo’”, diz Martins.

 

Entretanto, o principal gargalo da indústria calçadista capixaba é a falta de mão de obra qualificada. Atualmente, o setor produz em média 39 mil pares por dia e ultrapassa os 14 milhões ao ano. “Só conseguiremos ampliar efetivamente nosso potencial produtivo quando esse problema for solucionado e damos nossa contribuição com a Escola de Corte e Costura”, afirma fazendo uma alusão ao programa realizado em Cachoeiro de Itapemirim, com o objetivo de capacitar mão de obra para o setor e qualificar os profissionais já absorvidos.

 

2013 foi positivo

 

Em 2013, apesar da queda no superávit do setor nacional, o Estado conseguiu ampliar suas exportações em 8%, no mesmo patamar que a média brasileira em pares e teve um resultado ligeiramente melhor em valores, de 1,9%, ante os 0,5% da indústria brasileira. De acordo com Altamir Martins, entre os fatores que ajudaram esse desempenho está a alta do dólar, que chegou a valer R$ 2,45 em agosto. “No mercado interno, conseguimos respirar mais aliviados durante um período em que ficou mais caro importar. Além disso, o dólar alto não afetou o preço dos nossos produtos no mercado interno porque as empresas que importam matéria-prima já haviam programado seus estoques até o fim do ano”, explicou.

 

Ainda de acordo com Martins, os resultados poderiam ter sido melhores já em 2013, não fossem algumas barreiras comerciais de países vizinhos, como Argentina e Venezuela, que haviam sido prospectados anteriormente por fábricas capixabas. Mesmo assim, Arábia Saudita e Angola, além de países da América do Sul, como Equador, Colômbia e Paraguai foram alguns dos destinos dos calçados capixabas no ano passado e que devem ter laços estreitados em 2014.

Exportação de calçados capixabas cresce 31,4% em 2013

Mais de 200 mil pares de calçados produzidos no Espírito Santo já foram vendidos para países como Estados Unidos, Portugal e Espanha

 

A presença de calçados produzidos no Espírito Santo no mercado externo está crescendo em 2013. De acordo com informações da Associação Brasileira da Indústria de Calçados (Abicalçados), o número de pares exportados subiu 31,4% de janeiro a setembro deste ano, em comparação com o mesmo período de 2012. Os quase 203 mil pares vendidos geraram receita de US$ 2,5 milhões, crescimento de 22,9% em relação ao faturamento obtido em 2012.

 

Apesar de ainda não estar entre os maiores exportadores de calçados do Brasil, o resultado obtido pela indústria capixaba de calçados supera o crescimento médio nacional, que foi de 0,9% em faturamento e 9,4% em pares. O total exportado pelo Espírito Santo em 2013 já representa 77% do obtido durante todo o ano de 2012, quando foram comercializados 261,2 mil pares com faturamento de US$ 3,39 milhões. A expectativa do presidente do Sindicato da Indústria de Calçados do Espírito Santo (Sindicalçados), Altamir Martins, é que os resultados de 2013 superem os do ano passado. “A indústria capixaba tem apresentado produtos de qualidade, com alto valor agregado e, ao mesmo tempo, com preços mais competitivos”, explica.

 

O valor médio do calçado capixaba no mercado externo é de US$ 12,81 dólares, enquanto o de outros Estados, como Rio Grande do Sul, Sergipe e São Paulo, chega a US$ 23,96, US$ 16,16 e US$ 15,28, respectivamente. Entre os principais destinos dos calçados capixabas estão Estados Unidos, Portugal, Espanha, Itália, Alemanha, Emirados Árabes Unidos e os países do Mercosul.

 

O setor no Espírito Santo

 

De acordo com o Sindicalçados, o setor de calçados, bolsas e acessórios no Espírito Santo é composto por 196 empresas, que geram 1900 empregos diretos e 2000 indiretos, com faturamento estimado em R$ 215 milhões. O principal polo do segmento está localizado em Cachoeiro de Itapemirim, que sedia 40% das indústrias do ramo. Em 2012, a produção foi de 21,6 mil pares de calçados por dia, chegando a um resultado de 9,92 milhões de pares no ano. As fábricas do Espírito Santo são especializadas na produção de artigos voltados para o público infantil (40%) e feminino (40%).

 

Uma série de ações é realizada pelo Sindicalçados para fortalecer o setor no Espírito Santo, com apoio de diversas instituições como Sebrae-ES e Senai-ES, além do Governo do Estado, que garante incentivos fiscais à indústria capixaba de vestuário, como o Compete-ES. A principal ação do Sindicato no Espírito Santo é a Escola de Corte e Costura de Calçados, em Cachoeiro de Itapemirim, no sul do ES. A iniciativa foi criada em 2011 com o objetivo de amenizar o déficit de mão de obra qualificada no Estado.

 

Em seus dois primeiros anos, 200 profissionais foram capacitados. A partir de 2013, com a instalação da unidade no Centro Integrado Sesi/Senai do município, a capacidade de formação dobrou para 200 pessoas por ano. No final de 2013, foi lançada a Escola de Corte e Costura na Grande Vitória, localizada no Sambão do Povo, em Vitória, para atender as demandas por mão de obra qualificada dos cinco municípios que compõem a região: Vitória, Vila Velha, Serra, Cariacica e Viana. “A Escola de Corte e Costura é uma iniciativa vitoriosa, cuja importância vem sendo reconhecida pelo poder público. Prefeituras de outros municípios da região, como Alfredo Chaves, somam esforços e oferecem ônibus para as alunas”, diz.

 

Outra ação do Sindicalçados realizada em Cachoeiro de Itapemirim é o programa “Oficinas de Logística de Produção”, em parceria com Sebrae-ES e Senai-ES. Inicialmente, 11 empresas do município estão sendo beneficiadas pelos treinamentos voltadas a áreas de planejamento e controle de produção, como cronoanálise, layout fabril, micro layout e métodos e processos. “Além dessas atividades, também está sendo realizado um trabalho de consultoria tecnológica nas empresas, que recebem a visita de um consultor para analisar a realidade e os gargalos de cada uma”, lembra Martins.

Exportação de couros bate recorde no primeiro bimestre do ano com 85 mil toneladas

 

A exportação do couro bateu recorde no primeiro bimestre deste ano, com 85 mil toneladas, o que significa aumento de 12,2% se comparado ao mesmo período de 2013.

De acordo com a Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Sistema Famasul/MS), a informação divulgada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

Segundo as informações, foram US$ 448,1 milhões em exportações. O valor significa aumento de 26,7% do que foi exportado no ano passado.

No primeiro bimestre, a cotação média foi de US$ 5,27 por quilo, ou seja, 12,9% maior comparando com a exportação do primeiro bimestre do ano passado. No último ano, o volume exportado foi de 75,7 mil toneladas.

 

 

 

Matéria original [aqui].

Sub-categorias